segunda-feira, 17 de março de 2014

Placas Tectônicas

Ondas 

Uma onda é uma perturbação oscilante de alguma grandeza física no espaço e periódica no tempo. A oscilação espacial é caracterizada pelo comprimento de onda e o tempo decorrido para uma oscilação é medido pelo período da onda, que é o inverso da sua frequência. Estas duas grandezas estão relacionadas pela velocidade de propagação da onda.
Fisicamente, uma onda é um pulso energético que se propaga através do espaço ou através de um meio (líquido, sólido ou gasoso), com velocidade definida. Segundo alguns estudiosos e até agora observado, nada impede que uma onda magnética se propague no vácuo ou através da matéria, como é o caso das ondas eletromagnéticas no vácuo ou dos neutrinos através da matéria, onde as partículas do meio oscilam à volta de um ponto médio mas não se deslocam.


Retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Onda)



Placas Tectônicas

Placas Tectônicas são porções da crosta terrestre (litosfera) limitadas por zonas de convergência ou divergência. Segundo a Teoria da “Tectônica das Placas”, a litosfera é constituída de placas que se movimentam interagindo entre si, o que ocasiona uma intensa atividade geológica, resultando em terremotos e vulcões nos limites das placas.
Os movimentos das placas são devidos às “correntes de convecção” que ocorrem na astenosfera (camada logo abaixo da litosfera): as correntes de convecção são causadas pelo movimento ascendente dos materiais mais quentes do manto (magma) em direção à litosfera, que, ao chegar à base da litosfera, tende a se movimentar lateralmente e perder calor por causa da resistência desta e depois descer novamente dando lugar à mais material aquecido. 
De acordo com a teoria tectônica de placas, as placas litosféricas deslizam e às vezes colidem entre si em uma velocidade que oscila entre 1 e 10 cm/ano. Os movimentos realizados por elas são distintos e variados, a seguir os principais:

Movimento de convergência: ocorre quando duas placas se chocam e a borda de uma fica debaixo da outra até chegar ao manto.

Movimento de afastamento: consiste no distanciamento entre duas placas, formando uma lacuna que é preenchida com fragmentos de rochas oriundas do manto em estado líquido.

Movimento de colisão e soerguimento: corresponde ao choque entre duas placas litosféricas, as camadas de rochas elásticas dão origem às cadeias de montanhas, em diversas vezes vulcânicas, com essa característica de formação temos as cordilheiras dos Andes e o Himalaia.

Movimento de deslizamento: é responsável, em certos casos, pelos abalos sísmicos, ocorre pelo fato de uma placa se locomover sobre a outra.


 

                                                    Retirado do site: http://www.infoescola.com/geografia/placas-tectonicas/    


http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Solo/Solo2.php

Ondas Sismicas

O que são ondas sísmicas?
As ondas sísmicas são movimentos vibratórios das partículas das rochas que se transmitem segundo superfícies concêntricas devido à libertação súbita de energia  no foco sísmico.

Que tipos de ondas sísmicas existem?
Existem dois tipos de ondas sísmicas, sendo que umas são chamadas ondas de volume ( de profundidade) que podem ser longitudinais ou primárias (P)e ondas transversais ou secundárias (S), e outras que se denominam ondas superficiais, que podem ser ondas de Love  e ondas de Rayleigh, sendo assim no total originam-se quatro tipos de ondas sísmicas.

Como se propagam as ondas sísmicas?
As ondas Primárias propagam-se através dos líquidos, sólidos e dos gases e a sua propagação pode ser comparada à das ondas sonoras. A sua propagação produz-se por uma série de impulsos alternados de compressão e de distensão através das rochas, havendo, assim variações do volume do material. Estas ondas deslocam-se no sentido da propagação da onda, (paralelamente).
As ondas S propagam-se nos sólidos mas não nos líquidos e o seu comportamento pode ser comparado ao das ondas luminosas. São mais lentas que as anteriores,  pelo que chegam ás estações sismográficas com atraso variável em relação ás ondas P. Estas ondas provocam mudança da forma do material, mas não do volume. As ondas S deslocam-se num plano perpendicular á direcção de propagação.
As ondas love e Rayleigh, tal como as S são ondas transversais, resultantes das interferências entre as ondas S  e entre as ondas S e P, respectivamente. em que as partículas constituintes dos materiais rochosos vibram perpendicularmente á direcção de propagação da frente da onda. As ondas sísmicas Rayleigh descrevem trajectórias elípticas semelhantes às vagas do mar. São as ondas mais lentas, mas simultaneamente as mais destruidoras.


Choque de placas

1 - Falhas Transformantes
São as criadas por duas placas que deslizam uma ao lado da outra. O atrito entre elas guarda muita tensão, que pode causar terremotos. Um exemplo dessa falha é a de San Andreas, que corta a costa da Califórnia e o litoral oeste do México.

2 - Placas convergentes 1
Essas são as placas que vão uma de encontro à outra. A placa mais densa mergulha para baixo da menos densa. É o caso do choque entre uma placa oceânica e (mais densa) e outra, continental. Quando essas placas se comprimem, elas acabam dando origem a cadeias montanhosas. Os Andes, por exemplo, nasceram do choque entre duas dessas placas, a oceânica de Nazca e a continental Sul-Americana. As regiões onde esse tipo de choque ocorre são suscetíveis a terremotos.

3 Placas divergentes
Diferente das demais, as placas convergentes são as únicas que se afastam. Pela falha aberta na crosta pode escapar magma, dando origem a ilhas vulcânicas. O oceano Atântico é coryado por uma falha desse tipo, que está afastando a América do Sul da África.

4 Placas convergentes 2
Quando as placas têm a mesma densidade, elas fazem o movimento das placas convergentes 2, ou seja, chocam-se e se comprimem. O Himalaia, por exemplo, é resultado do choque entre as placas Euro-Asiática e Indiana.


A escala Richter

Até 1979, a intensidade dos terremotos era medida através da conhecida escala Richter, mas em 1979 ela foi substituída pela escala de magnitude momentânea, de sigla Mw. Na prática, entretanto, os resultados são muito aproximados. Da mesma forma que a escala Richter, a Mw também mede a energia liberada pelos terremotos e também é uma escala logarítmica. Isso significa que os números da escala medem fatores de 10. Assim, um terremoto que mede 4 graus tem 10 vezes mais amplitude que um que mede 3 graus e 100 vezes maior que um que mede 2.
Quanto maior a magnitude de um terremoto, maior sua energia e capacidade de destruição, mas os efeitos dependem de vários fatores, entre eles a distância, profundidade, condições do terreno e tipo de edificações. De modo geral, os sismos são classificados da seguinte forma:

DESIGNAÇÃO MAGNITUDE EFEITOS POSSÍVEISQUANTIDADE POR DIA
Micro < 2,0 Micro tremor de terra, não se sente. ~ 8000 por dia
Muito pequeno2,0-2,9 Geralmente não se sente, mas é detectado/registrado. +/-1000 por dia
Pequeno3,0-3,9 Frequentemente sentido, mas raramente causa danos. +/-49000 por ano
Ligeiro4,0-4,9 Tremor notório de objetos no interior de habitações, ruídos de choque entre objetos. Danos importantes pouco comuns. +/- 6200 por ano
Moderado5,0-5,9 Pode causar danos maiores em edifícios mal concebidos em zonas restritas. Provoca danos ligeiros nos edifícios bem construídos.+/- 800 por ano
Forte6,0-6,9 Pode ser destruidor em zonas num raio de até 180 quilômetros em áreas habitadas. +/- 120 por ano
Grande 7,0-7,9 Pode provocar danos graves em zonas mais vastas. +/- 18 por ano
Importante 8,0-8,9 Pode causar danos sérios em zonas num raio de centenas de quilômetros.+/- 1 por ano
Excepcional 9,0-9,9 Devasta zonas num raio de milhares de quilômetros. +/- 1 a cada 20 anos
Extremo > 10,0 Nunca registrado x

A Mw é uma escala infinita e pode inclusive apresentar números negativos. No entanto, as forças naturais envolvidas limitam o topo da escala em aproximadamente 10, já que teoricamente não existe energia em um terremoto capaz de superar esta marca.
Até hoje, o maior terremoto ocorrido na história foi de 9.5 graus e ocorreu no Chile, em 1960.

Consequencias dos choque de placas

Convergência –  ocorre quando duas placas tectônicas se colidem e uma fica com a borda embaixo da outra. Causa diretamente o afastamento dessa placa (que está com a borda para baixo) das demais placas, causando elevações e relevos ou aclives.

Afastamento – ocorre quando duas placas se distanciam e o espaço entre elas é preenchido com os sedimentos dos oriundos do material fluído do manto terrestre.

Colisão – quando uma placa se choca com a outra. Esse movimento causa imensos relevos entre as duas placas, os quais costumamos de chamar cadeias montanhosas e cordilheiras. A região dos Andes é um exemplo desse fenômeno.

Deslizamento –  ocorre quando uma placa desliza sobre a outra. Esse fenômeno é responsável pelos abalos sísmicos como terremotos.

Fonte: http://www.dicasfree.com/movimentos-das-placas-tectonicas-e-suas-consequencias/#ixzz2wHZ8YLLq

  • TSUNAMIS



  • TERREMOTOS



  • VULCÕES EM ERUPÇÃO



terça-feira, 11 de março de 2014

Astronomia

Astronomia



A Astronomia é uma ciência que que estuda corpos celestes (como estrelas, planetas e cometas),  e fenômenos da atmosfera da terra, dessenvolvimento do universo, com o uso de naves espacias e satélites artificiais.



A astronomia é uma das mais antigas ciências culturas e pré-históricas, deixaram registrados vários artefatos astronômicos, como os Menires.
Menires são pedras, erigido por diferentes culturas e em diferentes períodos, da pré-história ao século 19. Originalmente, eles eram usados ​​para fins cerimoniais e religiosas, funerais e para a demarcação de território. 






Radiação Cósmica 

É uma radiação eletromagnética, que foi descoberta por Arno Penzias e Robert Wilson em 1965. A radiação cósmica apresenta um aspecto térmico, uma radiação que preenche todo o universo. Tem frequência de Pico de 160,4 Hhz , que corresponde a um comprimento de onda de 1,9 mm. O ruído que provocado por essa radiação esta presente em cerca de 1% no funcionamento dos nossos aparelhos elétricos.
              
                      Funcionamento de telescópios

O telescópio foi criado por Hans Lippershey.O telescópio é um equipamento incrivel, tem a capacidade de fazer com que objetos distantes pareçam muito mais próximos. O poder de ampliação de um telescópio, e sua capacidade de aumentar uma imagem, depende da combinação de lentes utilizadas. A ocular é que realiza essa ampliação. A ampliação pode ser atingida por quase qualquer telescópio usando oculares diferentes, a abertura acaba sendo uma característica mais importante de qualquer ampliação.
 Os telescópios mais conhecidos são :

 O Telescópio refrator com lentes de vidro, e o telescópio que usa espelhos em vez de lentes de vidro.
Evolução dos telescópios :




Rádio Frequência

Ondas de rádio são radiações eletromagnéticas com comprimento de ondas maior e frequência menor do que a radiação infravermelha. São usadas para a comunicação em rádio amadores, radiofusão (rádio e televisão), telefonia móvel. Nesta também estão incluidas as ondas do tipo VHF e UHF. Um dos vários tipos de onda, as ondas hertzianas são popularmente conhecidas como ondas de rádio-frequência. Usadas em comunicação terrestre, via satélite, difusão de televisão e rádio.

segunda-feira, 10 de março de 2014

 Acústica

fontes Sonoras

Os instrumentos musicais e nosso aparelho fonador são exemplos de fontes sonoras. Estas produzem vibrações que são transmitidas as moléculas do meio, resultando assim em uma onda de pressão que se propaga.
Quando essa onda atinge o ouvido, o tímpano vibra e envia impulsos ao cérebro, produzindo a sensação sonora.

O diapasão, que é um instrumento utilizado para afinar instrumentos musicais, é um bom instrumento sonoro. Posto a vibrar por um golpe de martelo de borracha, suas hastes emitem determinada nota musical:
 
O meio mais comum de propagação do som é o ar, mas ele também se propaga em outros meios como o gás e sólidos e líquidos.  

Velocidade de Propagação do Som

velocidade do som pode ser obtida da seguinte forma:
Como o som se propaga através de moléculas, sua velocidade depende do meio de propagação, havendo influência da temperatura que este apresenta. A propagação é mais rápida quanto maior for a temperatura do meio.
A mudança de temperatura provoca alteração na velocidade e desvio na direção de propagação das ondas sonoras.

É importante lembrar que o som não se propaga no vácuo, porque aí não há moléculas.


Qualidade do som
Uma música pode ser cantada em “duas vozes”, dependendo da altura das notas musicais emitidas pelos cantores.

Um som pode ser fraco ou forte, de acordo com sua intensidade, ou seu volume.

Altura
Esta qualidade depende da frequência f do som e indica se ele é grave ou agudo – quanto maior a frequência, mais agudo é o som, quanto menor a frequência mais grave é o som.

 
Intensidade ou volume
Qualidade que depende da amplitude do som e permite distingui-lo como forte ou fraco.

isolantes acústicos
 
O isolamento acústico se define pela capacidade que certos materiais tem de conseguir impedir que uma onda sonora passe de um ambiente para outro. Os materiais mais usados para obtenção desta propriedade são os materiais pesados, como por exemplo, concreto, chumbo, vidro, entre outros.

 Isolantes acústicos são materiais que possuem a capacidade de bloquear um som ou ruído de um ambiente para outro. Logo abaixo, segue alguns exemplos deste tipo de material e suas respectivas descrições.

Minimiza a reflexão das ondas sonoras num mesmo ambiente.
Diminui o nível de reverberação.

Ultrassom e Infrassom
Um som é caracterizado por vibrações (variação de pressão) no ar. O ser humano normal médio consegue distinguir, ou ouvir, sons na faixa de frequência que se estende de 20Hz a 20.000Hz aproximadamente. Acima deste intervalo, os sinais são conhecidos como ultrassons e abaixo dele, infrassons.

Ultrassom é um som a uma frequência superior àquela que o ouvido do ser humano pode perceber.
Alguns animais, como o cão, o golfinho e o morcego, têm um limite de percepção sonora superior ao do ouvido humano e podem, assim, ouvir ultrassons. Existem "apitos" especiais nestas frequências que servem a estes princípios.
Infrassons são ondas sonoras extremamente graves, com frequências abaixo dos 20 Hz, portanto abaixo da faixa audível do ouvido humano.
Ondas infrassônicas podem se propagar por longas distâncias, pois são menos sujeitas às perturbações ou interferências que as de frequências mais altas.
Infrassons podem ser produzidos pelo vento e por alguns tipos de terremotos. Os elefantes são capazes de emitir infrassons que podem ser detectados a uma distância de 2 km.
Física acústica
 
A física acústica investiga a forma como a energia sonora se transmite através dos meios materiais de propagação, seus efeitos e interações com os meios sólido, líquido, gasoso e plasma.
No espaço livre, a intensidade de energia da onda diminui na medida em que ela se afasta da fonte sonora. Quando é dobrada a distância entre a fonte e o receptor, a intensidade do som cai 6 dB em campo livre e considerando uma fonte pontual e 3 dB considerando uma fonte de linha sobre um plano refletor. Uma fonte sonora produz variações de pressão no ar, diminuindo sua densidade, comprimindo-o numa onda progressiva, cujo formato esférico se move à velocidade de 340 m/s.
Numa sala fechada, a onda sonora é refletida várias vezes pelas paredes, teto, soalho e a intensidade fica mais ou menos invariável (exceto, junto da fonte sonora, onde é maior).
Otto von Guericke, em 1650, provou que o som não se propaga no vácuo.
Jakob I. Bernouilli e Leonhard Euler, no século XIX demonstraram que ao vibrarem hastes metálicas, foi possível determinar variações de velocidades do som em diferentes meios físicos.
Os fenômenos físicos relacionados à acústica são a ressonância e o Efeito Doppler.


domingo, 9 de março de 2014

Radioatividade



O que é Radioatividade:



Radioatividade é a propriedade de determinados tipos de elementos químicos radioativos emitirem radiações, um fenômeno que pode acontecer de forma natural ou artificial. A radioatividade natural ou espontânea ocorre através dos elementos radioativos encontrados na natureza (na crosta terrestre, atmosfera, etc.). Já a radioatividade artificial ocorre quando há uma transformação nuclear, através da união de átomos ou da fissão nuclear. A fissão nuclear é um processo observado em usinas nucleares ou em bombas atômicas.Alguns átomos como os do urânio, rádio ou tório são instáveis (resultado da combinação de nêutrons e prótons). A liberação de energia radioativa acontece quando há uma transformação do núcleo instável (desintegração nuclear) e o núcleo começa a perder partículas alfa, beta ou raios gama.

(retirado do site: http://www.significados.com.br/radioatividade/)

Radioatividade na medicina:






A radioatividade tem larga aplicação em nossa sociedade; portanto, na medicina não poderia ser diferente. A forma de radiação mais conhecida em diagnósticos médicos é a radiografia dos ossos através do uso de raios X. Além disso, usam-se isótopos para diagnósticos, tratamentos e detecção de drogas e hormônios no organismo.


Na medicina, é comum introduzir no organismo de alguns pacientes radioisótopos artificiais, denominados radiotraçadores. Eles recebem esse nome porque, ao serem transportados pelo corpo da pessoa, emitem radiações que permitem seu monitoramento, sabendo por onde passaram e onde se depositaram. Isso permite que o radiologista faça um mapeamento de órgãos.


Um exemplo de radioisótopo é o iodo-131 que é usado no tratamento de câncer de tireoide, pois, por se acumular nesse órgão, suas radiações gama destroem as células cancerígenas. Abaixo temos um quadro com exemplos de outros radioisótopos e sua utilização na medicina:






Além disso, é possível produzir imagens para os médicos analisarem, pois as radiações beta e gama incidem sobre filmes fotográficos. As imagens também são geradas por radioisótopos emissores de pósitrons e assim é possível detectar se a lesão em questão é benigna ou maligna.


Um tomógrafo usado para esse fim é o PET, sigla que vem do inglês, pósitron emission tomography, isto é, Tomografia por Emissão de Pósitron. O paciente submetido a esse exame recebe uma injeção com radioisótopo emissor de pósitron ligado a uma molécula que tem afinidade com o órgão do paciente que será estudado. Normalmente o radioisótopo utilizado é o flúor-18 com período de meia-vida de apenas 108 min. Ao redor do paciente estarão detectores de radiação que detectarão a emissão de ondas eletromagnéticas dos pósitrons que colidem com os elétrons. Dessa forma, o órgão é mapeado.


É claro que para cada caso deve haver uma avaliação médica criteriosa que decidirá se o benefício será maior que o risco, visto que a radiação também pode danificar células boas.



(retirado de: http://www.mundoeducacao.com/quimica/aplicacao-radioatividade-na-medicina.htm)

Riscos da Radioatividade


Bem, diariamente estamos expostos a radiação, sendo a maior parte proveniente da natureza como os raios cósmicos ou da produzida pelo homem, como alguns exames médicos ou assistir a televisão. Em valores, o homem recebe anualmente 2 a 3 milisieverts (mSv) por ano de radiação.


Veja a figura para ter uma noção dos níveis de radiação a que estamos expostos, e os seus efeitos.





Fonte: uol.com.br, the Guardian e Radiologyinfo.org -


(Fonte:http://www.mundosemdor.com.br/risco-da-radioatividade-2/)

Efeitos Biológicos da Radiação


Os efeitos decorrentes do uso das radiações ionizantes sobre o organismo varia de dezenas de minutos até dezenas de anos, dependendo dos sintomas. As alterações químicas provocadas pela radiação podem afetar uma célula de várias maneiras, resultando em: morte prematura, impedimento ou retardo de divisão celular ou modificação permanente que é passada para as células de gerações posteriores.


Efeitos estocásticos


São efeitos em que a probabilidade de ocorrência é proporcional à dose de radiação recebida, sem a existência de limiar. Isto significa, que doses pequenas, abaixo dos limites estabelecidos por normas e recomendações de radioproteção, podem induzir tais efeitos. Entre estes efeitos, destaca-se o câncer.


Efeitos determinísticos

São efeitos causados por irradiação total ou localizada de um tecido, causando um grau de morte celular não compensado pela reposição ou reparo, com prejuízos detectáveis no funcionamento do tecido ou órgão. 

Exemplos de efeitos determinísticos na pele, são: eritema e descamação seca para dose entre 3 e 5 Gy, com sintomas aparecendo após 3 semanas; decamação úmida acima de 20Gy, com bolhas após 4 semanas; necrose para dose acima de 50Gy, após 3 semanas. Como outros exemplos citamos como efeitos determinísticos, a esterilidade temporária ou permanente, a opacidade das lentes, catarata, e depressão do tecido hematopoiético para exposições única e fracionada.




Efeitos somáticos

Surgem do dano nas células do corpo e o efeito aparece ns própria pessoa irradiada. Dependem da dose absorvida, da taxa de absorção da energia da radiação, da região e da área do corpo irradiada.


Efeitos genéticos ou hereditários

São efeitos que surgem no descendente da pessoa irradiada, como resultado do dano produzido pela radiação em células dos órgãos reprodutores, as gônadas. Tem caráter cumulativo e independe da taxa de absorção da dose.


Efeitos imediatos e tardios

Os primeiros efeitos biológicos causados pela radiação, que ocorrem num período de poucas horas até algumas semanas após a exposição, são denominados de efeitos imediatos, como por exemplo, a radiodermite. Os que aparecem depois de anos ou mesmo décadas, são chamados de efeitos retardados ou tardios, como por exemplo o câncer.
Se as doses forem muito altas, predominam os efeitos imediatos, e as lesões serão severas ou até letais. Para doses intermediárias, predominam os efeitos imediatos com grau de severidade menor, e não necessariamente permanentes. Poderá haver, entretanto, uma probabilidade grande de lesões severas a longo prazo. Para doses baixas, não haverá efeitos imediatos, mas há possibilidade de lesões a longo prazo.
Os efeitos retardados, principalmente o câncer, complicam bastante a implantação de critérios de segurança no trabalho com radiações ionizantes. Não é possível, por enquanto, usar critérios clínicos porque, quando aparecem os sintomas, o grau de dano causado já pode ser severo, irreparável e até letal. Por enquanto, utilizam-se hipóteses estabelecidas sobre critérios físicos, extrapolações matemáticas e comportamentos estatísticos.



(Fonte:http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=824)

Acidentes Radiológicos

O acidente nuclear de Chernobyl: ocorreu dia 26 de abril de 1986, na Usina Nuclearde Chernobyl na Ucrânia (então parte daUnião Soviética). É considerado o pior acidente nuclear da história, produzindo uma nuvem de radioatividade que atingiu a União Soviética, Europa Oriental, Escandinávia eReino Unido, com a liberação de 400 vezes mais contaminação que a bomba que foi lançada sobre Hiroshima. Grandes áreas da Ucrânia, Bielorrússia e Rússia foram muito contaminadas, resultando na evacuação e reassentamento de aproximadamente 200 mil pessoas.

(Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Acidente_nuclear_de_Chernobil)



O acidente radiológico de Goiânia:amplamente conhecido como acidente com o Césio-137, foi um grave episódio de contaminação por radioatividade ocorrido no Brasil. A contaminação teve início em 13 de setembro de 1987, quando um aparelho utilizado em radioterapias foi encontrado dentro de uma clínica abandonada, no Setor Central de Goiânia, no estado de Goiás . Foi classificado como nível 5 (acidentes com consequências de longo alcance) na Escala Internacional de Acidentes Nucleares, que vai de zero a sete, onde o menor valor corresponde a um desvio, sem significação para segurança, enquanto no outro extremo estão localizados os acidentes graves .

O instrumento foi encontrado por catadores de um ferro velho do local, que entenderam tratar-se de sucata. Foi desmontado e repassado para terceiros, gerando um rastro de contaminação, o qual afetou seriamente a saúde de centenas de pessoas. O acidente com Césio-137 foi o maior acidente radioativo do Brasil e o maior do mundo ocorrido fora das usinas nucleares
(Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Acidente_radiol%C3%B3gico_de_Goi%C3%A2ni 
 

 Matheus Filipe De Holanda Paiva

 Andreza Oliveira Soares
 Julie Silva
 Lucas Rodrigues Ribeiro
 Marília Brito De Sousa
 Matheus Queiroz Melo